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Zimbro (Junípero) em cultos antigos




Fatos Históricos e Culturais

•Tradições Europeias:


- Conhecido popularmente como Zimbro, o Juniperus communis tem sua caminhada em tradições europeias antigas, sendo consagrado a Marte e utilizado para purificação, proteção, cura e prevenção de infortúnios.



• Árvore Sagrada e Proteção:


- Nas culturas xamãs, o zimbro é venerado como uma árvore sagrada, associada à proteção. Desde a pré-história, suas bagas, ramos e madeira são usados ritualisticamente, mantendo-se como um símbolo de proteção.



•Rituais Antigos e Incenso:


- Os xamãs antigos usavam as bagas do zimbro como alimento, especiaria e ingrediente para queimar como incenso. Arqueólogos encontraram vestígios dessas práticas ao redor de fogueiras da Idade da Pedra, reforçando sua longa história como uma árvore associada a rituais e proteção.



•Uso Medicinal no Egito e Tibete:


- No antigo Egito e Tibete, o zimbro era altamente valorizado como medicamento e ingrediente em incensos religiosos. Remédios para o tratamento de vermes foram descobertos em papiros egípcios que remontam a 1550 a.C.



•Uso Indígena e na Farmacopéia:


- Povos indígenas de várias culturas, como os nativos do noroeste do Pacífico, utilizavam o zimbro para tratar uma variedade de condições, incluindo infecções urinárias, doenças respiratórias, artrite e problemas renais. Permanece na Farmacopéia Britânica como uma erva reconhecida.

Os Sumérios e os Babilônios compartilharam práticas culturais, sendo desafiador distinguir entre ambas devido à influência significativa dos Babilônios sobre os Sumérios. A literatura ancestral dos Sumérios foi transcrita para o idioma sumério pelos babilônios, solidificando ainda mais a interligação entre essas civilizações. Ambos os povos, sem dúvida, incorporaram o uso de incenso em suas práticas rituais. Os Sumérios, por exemplo, ofereciam bagas de junípero como incenso à deusa Inanna, enquanto os babilônios continuaram essa tradição, queimando esse suave aroma nos altares de Ishtar.


O junípero emergiu como o incenso dominante, embora outras plantas também fossem utilizadas, como madeira de cedro, pinho, cipreste, mirto e cálamo, oferecidas em reverência às divindades. O incenso de mirra, embora desconhecido pelos Sumérios, foi posteriormente adotado pelos babilônios. Heródoto relata que na Babilônia queimavam uma tonelada de incenso, e dessa época, chegaram até nós diversos rituais mágicos. O Baru, um sacerdote babilônio versado na arte da adivinhação, acendia incenso de madeira de cedro, acreditando que a direção da fumaça determinaria o futuro: para a direita indicava êxito, enquanto para a esquerda, fracasso.

Propriedades do Zimbro na magia


•Afastamento de Energias Densas:


- A queima das bagas de junípero é eficaz para afastar espíritos obsessores e qualquer tipo de energia densa. Além disso, contribui para a eliminação de pesadelos e ataques psíquicos.



•Fortalecimento Espiritual e Otimismo:


- Adicionado a poções específicas, o zimbro atua como um fortalecedor espiritual, incentivando o otimismo e a coragem em práticas mágicas.



•Amuleto de Proteção Residencial:


- Em forma de amuleto, o zimbro pode ser colocado na porta de entrada do lar para afastar pessoas mal intencionadas e criar uma barreira protetora.



•Quebra de Feitiços e Maldições:


- A queima do zimbro sob carvão é recomendada para quebrar feitiços e maldições, tornando-o uma ferramenta eficaz em práticas de desfeitiçamento.



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